Pular para o conteúdo principal

DICAS| Quatro podcasts divertidos pra ouvir enquanto lava a louça

Todo ano é o ano do podcast mas infelizmente desde que eu comecei a ouvir (uns seis anos atrás) já vi muitos programas ficarem pelo caminho. Eu gosto muito dessa mídia e por isso resolvi deixar aqui a indicações de cinco podcasts bem divertidos pra você ouvir enquanto lava a louça (sério mesmo, eu odeio lavar louça mas esses programas me fazem querer lavar!)

POTOCAS
Foto: Facebook Potocas
Nas vozes de Sasha Brasil e Camila Pons (♡)  o Potocas é um podcast leve, divertido e engraçado tipo uma mesa de bar com amigos.  Um dos programas que mais me marcou foi o Episódio 4 "Não sabendo que era mediano, viveu de boas", foi tipo um explodir de cabeça, a gente passa a vida querendo ser o melhor, competindo com as pessoas e ficando doentes ou abandonando projetos, ninguém é bom em tudo... e não tem problema nenhum nisso.

GUGA CAST

Foto: Facebook GugaCast
Atualmente é dos meus podcasts favoritos. Eles lêem as histórias dos ouvintes de um  jei muito único e engraçado que somente o Guga, o Rafa e o Caio conseguem fazer. Sem contar é claro as análises musicais e os nomes do capeta (atualmente eu apelidei o capeta de Notebook da minha mãe).


HISTÓRIAS DE NINAR PARA GAROTAS REBELDES

Foto: Divulgação Braincast

Produzido pela Ju Wallauer (Diva Laura para os mamileiros e mamiletes), traz sempre de um jeito simples histórias de mulheres maravilhosas, lidas nas vozes de  mulheres também maravilhosas. Já passaram pelo programa vozes com a da youtuber Jout Jout, da cantora Daniela Mercury e da nadodora Joanna Maranhão.


MUNDO FREAK

Profile Picture
Foto: Divulgaçao Mundo Freak

Pra quem gosta de ouvir sobre ufologia e fenômenos paranormais é um excelente podcast. Eu particularmente gosto dos programas chamados "Aconteceu comigo", porque conta as histórias de fenômenos sobrenaturais contada pelos ouvintes.

...


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NETFLIX| É isso que dá ajudar Sementes Podres, babaca

O que um refugiado árabe que aplica pequenos golpes pode ensinar a um grupo de crianças marginalizadas? Essa pergunta é perfeitamente respondida em Sementes Podres (2018), que enche até o mais vazio dos corações de esperança.
Wael (Kheiron) um rapaz que cresceu vendo os horrores da vida, desde que perdeu os pais muito cedo, tenta se redimir ajudando um grupo de crianças que precisam cumprir detenção após a escola. Com o decorrer da história vamos conhecendo um pouco da intimidade das crianças, além de conhecermos a infância de Wael através de flashbacks. O ritmo do filme que lembra muito obras como “Mudança de Hábito” (1992) e “Ao mestre com carinho” (1967) é uma injeção de esperança em uma época que precisa acreditar que pessoas melhoram e podem dar certo.



Cheio de momentos marcantes, um pequeno diálogo chama a atenção quando o pequeno Wael (Aymen Wardane) fala para Monique (Ingrid Donnadieu) que Deus gosta de fazê-lo perder pessoas. Dirigido e roteirizado pelo próprio Kheiron, Seme…

OSCAR| Saiba quem foram os dez últimos ganhadores na categoria Melhor Filme

Daqui a pouco mais de um mês acontece a 91ª edição do Oscar, o evento é conhecido por premiar os melhores filmes do ano anterior (nem sempre a justiça impera). Pensando nisso nós do Marco do Percurso separamos para vocês os últimos dez ganhadores na categoria Melhor Filme, a principal da premiação.

Então pega sua pipoca e seu controle e vem com a gente!

A FORMA DA ÁGUA (2018)



Dirigido por Guilhermo Del Toro "A forma da água" conta a história de Elisa (Sally Hawkins), uma zeladora muda que trabalha em um laboratório ultra secreto do governo dos Estados Unidos durante o período da Guerra Fria e, que acaba se apaixonando por uma criatura fantástica que era mantida em cativeiro pelo laboratório.

MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2017)



Dirigido por Barry Jenkins o filme conta toda a jornada de autoconhecimento de Black ( Trevante Rhodes, na fase adulta), um menino negro, gay e periférico de Miami. Destaque aqui para a atuação brilhante de Marhershala Ali, como o traficante Juan.

SPOTLI…

CRÍTICA| Polar não é o John Wick da Netflix

Assim que a Netflix começou a divulgar os trailers e imagens de Polar muita gente começou a comparar o personagem de Mads Mikkelsen como sendo o John Wick (Keanu Reeves) da Netflix, mas ontem depois de assistir ao filme eu posso afirmar pra vocês que Polar não chega nem perto do que foi "De volta ao jogo".
Baseado na graphic novel homônima publicada pela Dark Horse o filme acompanha a história do assassino de aluguel Duncan Vizla (Madds Mikkelsen) que, ao ser forçado a se aposentar, vira o alvo da firma em que trabalhou durante anos e, acaba se tornando a caça de um grupo de jovens assassinos psicopatas.


O filme exige uma suspensão de descrença muito grande quando coloca o grupo de assassinos agindo sempre juntos ao invés de se separarem para alcançar o objetivo mais rápido. Outra coisa que não entendi é fato deles terem um sniper que poderia matar qualquer um a distância, mas que só atira para imobilizar enquanto os outros fazem o trabalho, simplesmente não faz sentido.
O …