Pular para o conteúdo principal

NETFLIX| Primeiras impressões de "O Justiceiro" (sem Spoilers)



Jon Bernthal com Frank Castle

Como já havíamos falado essa semana, hoje a Netflix disponibilizou toda a segunda temporada de "O Justiceiro", esse foi mais um resultado da pareceria entre o serviço de streaming e a Marvel. Nós do Marco do Percurso vamos deixar aqui nossas primeiras impressões sobre o primeiro episódio dessa nova temporada e nossas expectativas sobre o que virá a seguir.

Uma das primeiras impressões que tive é que novamente, assim como na primeira temporada, Frank vem tentando ter uma vida normal na medida do possível para alguém com seu passado. Ele se tornou um nômade e, aparentemente está tentando se manter fora de confusão. Porém, diferente dos primeiros episódios da temporada anterior eu senti que com sua vingança concluída, Frank (Jon Bernthal) está um pouco mais aberto a novas relações.

Jon Bernthal e Giorgia Whighan com Frank e Amy em "O Justiceiro"

Aparentemente a história vai girar em torno do Justiceiro e da jovem Rachel/Amy, uma garota que está metida em uma grande confusão, com gente perigosíssima. Acredito que essas pessoas que estão atrás da Rachel/Amy (Giorgia Whighan) em algum momento vão se cruzar com o personagem do Billy Russo (Ben Barnes), que estará buscando sua vingança contra o Punisher. Mas ainda é cedo para falar, pode ser que o episódio do bar sirva apenas como estopim, assim como foi o episódio da obra na primeira temporada.

Ben Barnes como Billy Russo (Retalho)
É engraçado ver como sempre o Frank  está tentando levar uma vida longe das confusões, mas na primeira oportunidade ele se envolve com gente que quer matá-lo. Ele tinha a escolha de não defender a Rachel, de não se envolver na briga e de seguir seu caminho,  mas Frank é um personagem viciado em adrenalina e, agora sua coleira foi solta.

Gostei muito da personagem da Beth, principalmente porque em sua primeira cena ela compara o personagem do Punisher com o Sal Paradise, personagem do livro "On the road", de Jack Kerouac. Espero que ela participe de mais episódios. 



Outra esperança que tenho é que eles não deixem os episódios tão arrastados quanto os da primeira temporada, algumas partes parecia realmente que a história não ia andar para lugar nenhum. No mais gostei das cenas de ação, e de ver os dois lados do Justiceiro em um mesmo episódio.

Vou terminar de assistir toda a temporada e fazer uma crítica mais apurada, mas minha expectativa é que teremos uma temporada melhor!

Veja abaixo o trailer da segunda temporada de "O justiceiro", uma série exclusiva Netflix:



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NETFLIX| É isso que dá ajudar Sementes Podres, babaca

O que um refugiado árabe que aplica pequenos golpes pode ensinar a um grupo de crianças marginalizadas? Essa pergunta é perfeitamente respondida em Sementes Podres (2018), que enche até o mais vazio dos corações de esperança.
Wael (Kheiron) um rapaz que cresceu vendo os horrores da vida, desde que perdeu os pais muito cedo, tenta se redimir ajudando um grupo de crianças que precisam cumprir detenção após a escola. Com o decorrer da história vamos conhecendo um pouco da intimidade das crianças, além de conhecermos a infância de Wael através de flashbacks. O ritmo do filme que lembra muito obras como “Mudança de Hábito” (1992) e “Ao mestre com carinho” (1967) é uma injeção de esperança em uma época que precisa acreditar que pessoas melhoram e podem dar certo.



Cheio de momentos marcantes, um pequeno diálogo chama a atenção quando o pequeno Wael (Aymen Wardane) fala para Monique (Ingrid Donnadieu) que Deus gosta de fazê-lo perder pessoas. Dirigido e roteirizado pelo próprio Kheiron, Seme…

TERROR| Vale a pena assistir ao filme "Mara"?

Esses dias eu vi algumas pessoas comentando sobre um filme de terror chamado "Mara" (2018) , sem saber muito bem que filme era esse fui verificar se ele estava disponível na Netflix para poder assisti-lo e dizer pra vocês se vale a pena ou não dedicar um tempo de vida a ele. 
O filme conta a história de Kate (Olga Kurylenko) uma psicóloga forense que se vê as voltas com um caso de assassinato misterioso no qual a única suspeita afirma que seu marido foi estrangulado na própria cama por um demônio do sono.

Eu achei que a história poderia ser interessante e, confesso que até fiquei com medo de não dormir a noite, já que eu tenho paralisia do sono e sou facilmente sugestionável. Porém o roteiro não entrega o que promete e acaba utilizando muitos 'jump scares' para assustar, esse recurso é tão utilizado que em dado momento o espectador já nem se assusta mais porque já está esperando por aquilo.
Outro ponto que também não me convenceu no filme foram as atuações, algumas …

SÉRIE| A maldição da residência Hill

Em outubro desse ano a Netflix estreou a primeira temporada da série de terror “A maldição da Residência Hill (The Haunting of Hill House)”, criada porMike Flanagane baseada no livro homônimo de Shirley Jackson (1959). A série conta a história da família Crane durante o período em moraram na mansão Hill e como os eventos que aconteceram na casa afetaram a família para sempre. Confesso que antes de assistir fiquei um pouco apreensiva, não porque tenho medo de filmes/ séries de terror (apesar de ser muito sugestionável), meu receio era a série ficar maçante com excessos de "jump scare", mas isso não aconteceu, os sustos são pontuais e a história fica muito mais focada no drama familiar.

Outro ponto a ser elogiado é a montagem dos episódios, os momentos em que passado e presente se intercalam foram construídos de maneira perfeita, sem ficar cansativo ou desgastante. É interessante reparar também que no inicio da série esses momentos eram avisados com legenda, mas depois foram fic…